CDs "Monene" e "Espada" colocados a disposição do público

Duas obras discográficas, foram colocadas a disposição do público evangélico no último sábado, 8 de Novembro, pelo músico evangélico Josafat Joss. O lançamento e a sessão de autógrafos aconteceu na Praça da Independência, em Luanda.

Josafat Joss. (Foto: Jaime Chiquito)
Josafat Joss. (Foto: Jaime Chiquito)

Vários músicos e apreciadores da música evangélica, marcaram presença no local. Alberto Simão, que por acaso passava pela Praça da Independência, viu o cartaz, comprou o CD para apoiar a música gospel e apelou para que outras pessoas comprem “também” os discos “Espada” e “Monene”.
Alberto Simão esteve na Praça da Independência para adquirir o CD "Espada". (Foto: Jaime Chiquito)
Alberto Simão esteve na Praça da Independência para adquirir o CD “Espada”. (Foto: Jaime Chiquito)

Já o músico da nova geração Emiliano Lázaro, contou que esperou “mais de quatro anos” pelo trabalho de Josafat e considerou que este, teve muita calma e a qualidade das obras justifica a espera.
Os músicos da nova geração disse, seguirão “os seus passos”. “Kota, estamos juntos, pode contar connosco para tudo que vier e também queremos contar contigo”.
Emiliano Lázaro músico evangélico. (Foto: Jaime Chiquito)
Emiliano Lázaro músico evangélico. (Foto: Jaime Chiquito)

A cantora Tê Kwanzambi, que mesma produtora que agencia Josafat, deixou palavras de encorajamento ao colega e pediu que continue a ser humilde “que é a chave que abre todas as portas”.
“Estamos contigo. A produtora sem Deus, não é produtora, mas a produtora com Deus é outro nível. Deus te abençoe, venham mais reedições de Espada e Monene.”
Tê Kuanzambi cantora evangélica. (Foto: Jaime Chiquito) cantora gospel
Tê Kuanzambi cantora evangélica. (Foto: Jaime Chiquito)

O músico Josafat Joss, reconheceu que a grandeza de Deus e sem o qual, revelou não “somos nada”.
Fazendo balanço da venda, disse que não esperava uma enchente toda. Começamos a autografar às 7 horas, contou, e até ao momento quase 11 horas, não parei sequer em autografar os discos.
O artista considerou que é tempo de acreditar mais na música gospel e justificou que já atingiu um “nível muito abençoado”.